Vamos la a filosofar people xD.
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

A Imagem e a História do Mundo






Na última aula fizemos um debate muito rico sobre Ética e Moral.
Podemos concluir que os julgamentos de valor que fazemos sobre pessoas, atitudes ou acontecimentos, distinguindo entre Bem e Mal, tem por base costumes e opiniões pessoais.

Por outras palavras, a maneira como julgamos (Ética) as pessoas e os acontecimentos está condicionada pelos valores morais (Moral).

No dicionário encontramos a seguinte definição de Moral: conjunto de regras de comportamento consideradas como universalmente válidas.

Com base na reflexão que temos vindo a fazer, faz uma dissertação sobre um tema do teu agrado com o objectivo de convencer os teus colegas de uma determinada tese.

Deves começar a dissertação do seguinte modo:

  • Vou defender a seguinte tese: D...................

Podes, se quiseres abrir um debate na Wiki: A nossa Wiki. Crias uma página nova, dás-lhe um título, escreves o tema que pretendes debater e convidas os teus colegas a participar.

Valores e Normas morais




Sadhus é um homem ou mulher asceta
que renuncia a tudo,
leva apenas a roupa imprescindível,
vive afastado da sociedade
e obtem comida mendigando.






























Que comentário te merecem as atitudes destas pessoas?

Isto são pessoas que estão a fazer coisas que concordam com a sua religião e cultura , eticamente não está certo mas moralmente está pois praticam a sua cultura.


Não serão estas atitudes moralmente condenáveis? Não porque estão a praticar a sua religião , estão a fazer rituais .

Dilema moral de Hans

Dilema moral de Hans


Numa cidade da Europa, uma mulher estava gravemente doente. Um medicamento recentemente descoberto por um farmacêutico dessa cidade podia salvar-lhe a vida. A descoberta desse medicamento tinha custado muito dinheiro ao farmacêutico, que agora pedia dez vezes mais por uma pequena porção desse remédio. Henrique, cuja mulher estava a morrer, contactou pessoas conhecidas para lhe emprestarem o dinheiro e, assim, poder comprar o medicamento. Apenas conseguiu juntar metade do dinheiro que o farmacêutico exigia. Foi ter, então, com ele, contou-lhe que a sua mulher estava a morrer e pediu-lhe para lhe vender o medicamento mais barato. Em alternativa, pediu-lhe para o deixar levar o medicamento, pagando mais tarde a metade do dinheiro que ainda lhe faltava. O farmacêutico respondeu que não, que tinha descoberto o medicamento e que queria ganhar dinheiro com a sua descoberta. Henrique, que tinha feito tudo o que era possível para comprar o medicamento, ficou desesperado e decidiu assaltar a farmácia e roubar o medicamento para a sua mulher.
Coimbra, Almedina, 1992, pp. 86-87 (Adaptado)

Ética:
do Lat. ethica <> ethiké

s. f.,
ciência da moral;
moral;

Filos.,
disciplina filosófica que tem por objecto de estudo os julgamentos de valor na medida em que estes se relacionam com a distinção entre o bem e o mal.

Moral:
do Lat. morale


s. f.
,
conjunto de costumes e opiniões que um indivíduo ou um grupo de indivíduos possuem relativamente ao comportamento;

conjunto de regras de comportamento consideradas como universalmente válidas;

parte da filosofia que trata dos costumes e dos deveres do homem para com o seu semelhante e para consigo;

ética;

teoria ou tratado sobre o bem e o mal;

lição, conceito que se extrai de uma obra, de um facto, etc. ;


s. m.
,
conjunto das nossas faculdades psíquicas;
o espiritual;


adj. 2 gén.
,

relativo aos costumes;

que diz respeito à ética;

relativo ao domínio espiritual.



Lê o texto, verifica o sentido dos conceitos "ética" e "moral" conforme o que diz o dicionário e responde depois a estas quest
õ
es:


  1. O roubo de Hans é eticamente justificável?

Sim, porque ele acho correcto o que estava a fazer, pois iria salvar uma vida, a da mulher que ele amava.

  1. O roubo de Hans está sujeito a sanções morais?

Sim, porque perante a lei o roubo é um crime.

Portugal: referendo para a legalização da eutanásia

Portugal: referendo para a legalização da eutanásia

A Associação Portuguesa de Bioética (APB) propôs no Porto a realização de um referendo nacional sobre a legalização da eutanásia. Os especialistas em bioética esperam que o debate social tenha início no próximo ciclo legislativo, Novembro de 2009, e que o referendo seja lançado nos próximos dois anos. “Promover uma reflexão critica sobre a morte medicamente assistida na perspectiva ética, jurídica e social” é o objectivo do parecer que visa contribuir para um “debate plural na sociedade portuguesa”, disse Rui Nunes, presidente da APB O especialista esclareceu que o parecer para o referendo trata, apenas, da eutanásia voluntária que consiste em “abreviar o momento da morte de alguém a seu pedido, firme e consciente, através da intervenção directa de um profissional de saúde”. Rui Nunes admite que “no seio da associação há divergências” e que por esse motivo não vai tomar “partido contra ou a favor da eutanásia”. O especialista considera que houve uma evolução no plano sociológico e político, sendo esta a razão da proposta ser lançada agora. “Recebemos vários sinais por parte da sociedade para que o tema seja discutido na próxima legislatura”, precisou o presidente da APB, para quem é “eticamente inaceitável se o tema não fosse de consulta popular”. A APB defende que “os responsáveis políticos” devem apresentar medidas concretas que permitam evitar pedidos de eutanásia voluntária quando esta não é verdadeiramente desejada. “O combate à dor é uma das medidas que deve ser tomada, já que actualmente os médicos conseguem tratar a dor crónica em 100 por cento dos casos”, explicou o especialista. Para além desta medida, a Associação defende a aplicação generalizada do plano nacional de cuidados paliativos, o que “levaria a que muitos pedidos de eutanásia não desejada fossem ultrapassados”. O apoio à família é outro dos pontos que a APB refere como competência do Estado para “dar condições às famílias para que estas possam acolher devidamente os idosos”. A Holanda, onde a eutanásia voluntária e a assistência médica ao suicídio estão formalmente legalizados desde 2002, foi o primeiro país a legalizar esta prática. Em 1997 também o Estado norte-amerciano do Oregon tornou legal no país a prática de eutanásia. Em Espanha, um estudo realizado em Setembro concluiu que 79 por cento dos espanhóis são favoráveis à legalização da eutanásia, tendo o governo anunciado que ao longo da legislatura o código penal seria alterado de modo a permitir esta prática. Estudos realizados recentemente na Holanda revelam uma evolução positiva no que diz respeito ao controlo da eutanásia voluntária, mas permanecem algumas dúvidas sobre outras decisões médicas em situações de fim de vida, como a sedação com morfina.


Fonte: Lusa


Reescreve as duas frases que se seguem, substituindo os termos "ética" e "eticamente" por palavras tuas.
1.
“Promover uma reflexão critica sobre a morte medicamente assistida na perspectiva ética, jurídica e social”

*Promover uma reflexão critica sobre a morte medicamente assistida na perspectiva pessoal, jurídica e social.

2.
é “eticamente inaceitável se o tema não fosse de consulta popular”

*é pessoalmente inaceitável se o tema não fosse de consulta popular.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Obama em família (álbum)

Obama e família



Porque é que estas fotos merecem atenção? Refere-te às posturas dos personagens.

Estas fotos merecem a nossa atenção pois, sendo uma pessoa famosa, Barack Obama tem um comportamento igual a qualquer outra pessoa, é uma pessoa normal.



A propósito destas fotos, diz o que achas sobre posturas de, p. ex., alunos(as) em sala de aula.

Os alunos nem sempre têm a postura mais correcta numa sala de aula, mas temos de por em evidência o facto que não é fácil para os alunos estar uma aula inteira sem nos mexermos, ouvindo atentamente a professora. Durante um certo período de tempo conseguimos, mas não é por muito tempo.




Esclarece o sentido da seguinte frase: Não há uma maneira natural de estar ou de andar.

"Natural" significa, aqui, "conforme com a natureza". Distingue-se, portanto, de cultural.

Esta frase pretende-nos tansmitir que cada pessoa tem a sua maneira de estar ou andar, não é uma coisa natural.




O que entendes por Globalização? Achas que a globalização tem a ver com universalizar comportamentos e valores culturais?

De um certo modo sim porque quanto mais globalização houver, mais as pessoas respeitam e entendem os diferentes valores culturais.

Crianças soldados





Comenta estas fotos, utilizando os seguintes conceitos:
Direitos culturais, Valores sociais.

R : Cada povo e país tem os seus direitos culturais ou seja todos têm direito de seguir a sua cultura. Valores sociais é saber viver em sociedade , ter as suas regras e saber estar na sociedade. Em alguns países talvez seja da cultura por as crianças na tropa e receber aquela educação mas não acho correcto.

O que se entende por CULTURA

Há cerca de 30 anos, Herskovits e Kluckhohn recensearam 160 definições diferentes do termo cultura.A palavra cultura designa, etimologicamente, no latim, o acto de cultivar, a actividade humana com vista à transformação e aproveitamento da natureza. É neste sentido que se diz de uma terra que está cultivada. Assim surgiram palavras como agricultura, silvicultura, apicultura ...Cícero utilizou pela primeira vez o termo no sentido espiritual, no sentido em que também o espírito se cultiva para dar frutos.Podemos designar a cultura como o conjunto das realizações humanas, independentemente de se tratar:
do cultivo de um campo (agricultura),
da educação de uma criança (puericultura)
ou de uma actividade puramente espiritual (cultura em sentido estrito).



Cultura opõe-se à natureza
Natureza é tudo quanto existe independentemente da acção humana (dado).
Cultura, tudo quanto se deve à acção humana (produzido) e o processo e meios dessa produção. Assim, constituem a cultura:
objectos (monumentos, casas, instrumentos de trabalho, vestuário ... ),práticas (o conjunto das actividades humanas) erepresentações (ideias, sentimentos, desejos, aspirações, crenças).
Tudo quanto o homem faz está carregado de significações, isto é, tudo quanto rodeia o homem, tudo quanto ele faz, assume um significado, variável com o espaço e o tempo. No interior da cultura, o que o homem faz e o que pensa enquanto age são inseparáveis.

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A diversidade e o diálogo de culturas
No ano de 2003, em França, país onde vivem cerca de cinco milhões de muçulmanos, na sua maioria imigrantes ou descendentes de imigrantes de antigas colónias francesas, jovens muçulmanas, por meio de petições e de protestos de rua, reivindicaram o direito a usar na escola o véu islâmico que, como bem sabemos, cobre quase totalmente o rosto. O Estado francês, que é laico e aconfessional (isto é, separado do poder e das confissões religiosas), rejeitou a pretensão, sob alegação de que admitir tal comportamento seria admitir a introdução de símbolos religiosos em escolas públicas e assim transgredir princípios consagrados constitucionalmente. Embora a polémica continuasse durante algum tempo, com movimentos de opinião a favor e movimentos contra, o que é perfeitamente natural num estado democrático, a decisão foi mantida e, tanto quanto sabemos, acatada.